15.9.03
Depois de um tempo paradão recolhendo inspiração e informações sobre esse mundão o Natunóia está aquecendo seus motores para entrar em sua nova fase. Aguardem!!!
8.7.03
Hoje escrevo para os 3 leitores do Natunóia.com... ... para os 3 leitores do Natunóia.com. Como ontem escrevi muito, hoje escreverei pouco... ...pouco. Estive pensando sobre a capacidade do ser humano em acreditar... ...acreditar de verdade, crer, achar incontestável.
Somos capazes de acreditar no Chupa Cabras, Lobisomem, o Boto Rosa, Mula sem Cabeça, Ipuiara, o Minhocão, Pé Grande, e outras coisas mais. São lendas e contos populares ligados a natureza. Se estivermos atentos, a natureza é capaz de nos ensinar muito.
Como seres humanos, temos nossas ações orientadas por metas ou objetivos. É um processo natural definirmos o que queremos ter, fazer ou ser e, constantemente buscarmos por algo melhor para nossas vidas.
No entanto, muitos deixam de lado seus sonhos, paixões e aspirações ou por que sentem suas energias dispersas, ou por não saberem como conseguir o que querem, ou por acharem que o que querem é grande demais e mais uma infinidade de motivos e circunstâncias. Quem de nós nunca deixou um sonho de lado?
Em nossas buscas por um futuro melhor temos escolhas, podemos estagnar nossa natureza e observar o mundo expandir a nossa volta ou fazer fluir nossa grandeza e evoluir constantemente.
Se somos capazes de acreditar nestas lendas populares, e agir como se fossem verdades absolutas, por que não acreditar em nossos sonhos, em nossas capacidades, em nós mesmos, em tudo que podemos ainda fazer. É natural acreditarmos no desconhecido, no temeroso, no obscuro, pois mesmo que você não conheça suas capacidades, tenha medo de seus sonhos e ache obscuro seu futuro. Acredite, pois a natureza é assim. E quem pode contra ela? Os holandeses e seus diques que retém o mar? Um dia o mar pega aquilo de volta!
Somos capazes de acreditar no Chupa Cabras, Lobisomem, o Boto Rosa, Mula sem Cabeça, Ipuiara, o Minhocão, Pé Grande, e outras coisas mais. São lendas e contos populares ligados a natureza. Se estivermos atentos, a natureza é capaz de nos ensinar muito.
Como seres humanos, temos nossas ações orientadas por metas ou objetivos. É um processo natural definirmos o que queremos ter, fazer ou ser e, constantemente buscarmos por algo melhor para nossas vidas.
No entanto, muitos deixam de lado seus sonhos, paixões e aspirações ou por que sentem suas energias dispersas, ou por não saberem como conseguir o que querem, ou por acharem que o que querem é grande demais e mais uma infinidade de motivos e circunstâncias. Quem de nós nunca deixou um sonho de lado?
Em nossas buscas por um futuro melhor temos escolhas, podemos estagnar nossa natureza e observar o mundo expandir a nossa volta ou fazer fluir nossa grandeza e evoluir constantemente.
Se somos capazes de acreditar nestas lendas populares, e agir como se fossem verdades absolutas, por que não acreditar em nossos sonhos, em nossas capacidades, em nós mesmos, em tudo que podemos ainda fazer. É natural acreditarmos no desconhecido, no temeroso, no obscuro, pois mesmo que você não conheça suas capacidades, tenha medo de seus sonhos e ache obscuro seu futuro. Acredite, pois a natureza é assim. E quem pode contra ela? Os holandeses e seus diques que retém o mar? Um dia o mar pega aquilo de volta!
"O homem não é a criatura das circunstâncias, as circunstâncias é que são as criaturas do homem."
Benjamin Disraeli
7.7.03
Nenhum animal vive só. Todos entram em contato com outros animais em sua vida. Mesmo o albatroz, a mais solitária das criaturas, que passa a maior parte de sua vida em alto mar, de tempos em tempos retorna para encontrar seus semelhantes e reproduzir. Mesmo a hidra que brota, o caracol que é hermafrodita, ou o afídeo que é partenogenético, entram em contato com outros seres que se constituem em seus alimentos e com seus predadores dos quais são alimentos.
As ações de contato entre os animais, de maneira bem simples, estão dirigidas para a sobrevivência (proteção e alimentação) e reprodução. Claro que estou deixando de lado aqui fatores sociais mais complexos. Bom, dentro de um universo infinito de combinações e possibilidades de contatos entre animais, imagine só o que é possível. Homens e cabras, girls and horses, atuns e japoneses, Tribalistas e um gorila, elefantes e camundongos, kung fu e gafanhoto, Whitesnake e Teddy Bear... ...e mais uma infinidade de outras possibilidades.
Porque, dentro de um mundo tão vasto, os mosquitos insistem em fazer contato conosco? Esse é mais um mistério da natureza. Mesmo com todo um imenso aparato anti-pernilongo, todos que conheço já foram vítimas de alguma espécie, seja por sua picada, seja por seu zumbido que atormenta nossos sonhos nas noites quentes. Posso imaginar que os mosquitos tenham alguma função dentro das cadeias alimentares, redes alimentares e níveis tróficos dos quais faz parte. Mas, porra!!, vir se banquetear de mim é sacanagem.
O mosquito por si só gira alguns bilhões de dólares no mundo. São governos (vide Dengue), dedetizadoras, fábricas de inseticidas e fabricantes de bugigangas para afastar os FDP?s da gente como: pulseiras, ultrasonorizadores, velas de citronela, cremes, géis, um aparelho que libera dióxido de carbono, simulando a respiração dos mamíferos, telas, repelentes, empresas de consultoria e controle de vetores e pragas urbanas (tucanaram a DDDrim), baldete de andiroba, roupas especiais, lâmpadas, armadilhas, etc, empresas que vivem em função dos mosquitos e sustentam milhares e milhares de famílias em todo o mundo.
Realmente o mosquito é um ser complexo e sua atuação neste mundo mais ainda. Mesmo com todas as invenções humanas e milênios de tentativas (sim, pois tenho a forte convicção que eles atormentavam a vida dos homens das cavernas) para afastar o mosquito de nossa convivência, ele está aqui, forte e firme, enchendo o saco e deixando marcas em nossas vidas (bolinhas vermelhas, inchaço, olheiras, febres, dores, noites mal dormidas, etc.).
Apesar de achar que existe uma conspiração internacional de fabricantes de inseticidas que repõe, ano a ano, os mosquitos mortos nesta guerra sem fim na natureza e nas cidades, é fácil notar que somos incapazes de acabar com os mosquitos e estamos a mercê de sua sanha sanguinária, seu instinto monstruoso de reproduzir e sugar nosso sangue. Daqui a diante, quando frente a frente com um mosquito, pense nos milhares de possíveis desempregados da industria anti-mosquito, no caos social que você poderá gerar, na sua contribuição para a fome dos miseráveis e diga bem alto "sou politicamente correto e tenho responsabilidade social", e depois relaxe e deixe a natureza seguir seu rumo e realizar seu destino, lembrando sempre, é claro, dos desígnios de Deus e as lições de seu filho Jesus que um dia próximo ao Rio Jordão e embaixo das oliveiras disse: - "O pior destino de um homem é matar um mosquito que é sangue do seu sangue".
As ações de contato entre os animais, de maneira bem simples, estão dirigidas para a sobrevivência (proteção e alimentação) e reprodução. Claro que estou deixando de lado aqui fatores sociais mais complexos. Bom, dentro de um universo infinito de combinações e possibilidades de contatos entre animais, imagine só o que é possível. Homens e cabras, girls and horses, atuns e japoneses, Tribalistas e um gorila, elefantes e camundongos, kung fu e gafanhoto, Whitesnake e Teddy Bear... ...e mais uma infinidade de outras possibilidades.
Porque, dentro de um mundo tão vasto, os mosquitos insistem em fazer contato conosco? Esse é mais um mistério da natureza. Mesmo com todo um imenso aparato anti-pernilongo, todos que conheço já foram vítimas de alguma espécie, seja por sua picada, seja por seu zumbido que atormenta nossos sonhos nas noites quentes. Posso imaginar que os mosquitos tenham alguma função dentro das cadeias alimentares, redes alimentares e níveis tróficos dos quais faz parte. Mas, porra!!, vir se banquetear de mim é sacanagem.
O mosquito por si só gira alguns bilhões de dólares no mundo. São governos (vide Dengue), dedetizadoras, fábricas de inseticidas e fabricantes de bugigangas para afastar os FDP?s da gente como: pulseiras, ultrasonorizadores, velas de citronela, cremes, géis, um aparelho que libera dióxido de carbono, simulando a respiração dos mamíferos, telas, repelentes, empresas de consultoria e controle de vetores e pragas urbanas (tucanaram a DDDrim), baldete de andiroba, roupas especiais, lâmpadas, armadilhas, etc, empresas que vivem em função dos mosquitos e sustentam milhares e milhares de famílias em todo o mundo.
Realmente o mosquito é um ser complexo e sua atuação neste mundo mais ainda. Mesmo com todas as invenções humanas e milênios de tentativas (sim, pois tenho a forte convicção que eles atormentavam a vida dos homens das cavernas) para afastar o mosquito de nossa convivência, ele está aqui, forte e firme, enchendo o saco e deixando marcas em nossas vidas (bolinhas vermelhas, inchaço, olheiras, febres, dores, noites mal dormidas, etc.).
Apesar de achar que existe uma conspiração internacional de fabricantes de inseticidas que repõe, ano a ano, os mosquitos mortos nesta guerra sem fim na natureza e nas cidades, é fácil notar que somos incapazes de acabar com os mosquitos e estamos a mercê de sua sanha sanguinária, seu instinto monstruoso de reproduzir e sugar nosso sangue. Daqui a diante, quando frente a frente com um mosquito, pense nos milhares de possíveis desempregados da industria anti-mosquito, no caos social que você poderá gerar, na sua contribuição para a fome dos miseráveis e diga bem alto "sou politicamente correto e tenho responsabilidade social", e depois relaxe e deixe a natureza seguir seu rumo e realizar seu destino, lembrando sempre, é claro, dos desígnios de Deus e as lições de seu filho Jesus que um dia próximo ao Rio Jordão e embaixo das oliveiras disse: - "O pior destino de um homem é matar um mosquito que é sangue do seu sangue".
4.7.03
Nem sempre é assim, mas dizem que acontece direto. A gente pode pensar qualquer coisa sobre as histórias e os personagens do que conhecemos como mundo natural. Todos os fenômenos, minerais, animais e vegetais que compõe a natureza tem uma história, uma lição, um conselho ou até mesmo porra nenhuma para te dar.
Estas histórias naturais têm a versão oficial, ou seja, aquelas coisas bonitinhas e sentimentais, do tipo aquela ararinha azul, coitada!!!, que não tem, ou não acha a fêmea para transar, ops!... ...preservar a espécie e coisa e tal. A versão oficial serve para fazer o Discovery Channel, ficar bonito e angariar fundos para fundações, ong?s e outros punhetas, tipo Green Peace.
Natunóia.com é sobre a versão não oficial, aquela que faz o mundo girar e as coisas acontecerem como você vê e não como te contam. Por exemplo: Você, até hoje, achava que as florestas do planeta eram simples grupos de árvores e outras plantas de diversas espécies que junto com os animais formavam estas maravilhas da natureza que ajudam a manter a temperatura do planeta adequada para o desenvolvimento da vida, pois bem as coisas não são simples assim como parecem. Para uma tribo de aborígines da África Ocidental, a selva é o cabelo de um gigante e tudo o que sobe, rasteja, corre ou voa na selva são piolhos do cabelo do gigante. E tem mais... ....terremotos... ...quem falou em terremotos. Para esta tribo da África Ocidental os tremores de terra acontecem quando o gigante balança a cabeça. Seríamos nós os piolhos?
Estas histórias naturais têm a versão oficial, ou seja, aquelas coisas bonitinhas e sentimentais, do tipo aquela ararinha azul, coitada!!!, que não tem, ou não acha a fêmea para transar, ops!... ...preservar a espécie e coisa e tal. A versão oficial serve para fazer o Discovery Channel, ficar bonito e angariar fundos para fundações, ong?s e outros punhetas, tipo Green Peace.
Natunóia.com é sobre a versão não oficial, aquela que faz o mundo girar e as coisas acontecerem como você vê e não como te contam. Por exemplo: Você, até hoje, achava que as florestas do planeta eram simples grupos de árvores e outras plantas de diversas espécies que junto com os animais formavam estas maravilhas da natureza que ajudam a manter a temperatura do planeta adequada para o desenvolvimento da vida, pois bem as coisas não são simples assim como parecem. Para uma tribo de aborígines da África Ocidental, a selva é o cabelo de um gigante e tudo o que sobe, rasteja, corre ou voa na selva são piolhos do cabelo do gigante. E tem mais... ....terremotos... ...quem falou em terremotos. Para esta tribo da África Ocidental os tremores de terra acontecem quando o gigante balança a cabeça. Seríamos nós os piolhos?
2.7.03
E aí!?
Ainda estou preparando esse negócio aqui!!
Aguardem
Ainda estou preparando esse negócio aqui!!
Aguardem